quinta-feira, 1 de maio de 2014

O papel do pai*


O primordial: ele não é a mãe. E, como todo absolutismo é burro, só aí já ganhamos muito!

Ele merece sorrisos, gracinhas e festa quando chega. Pois, sua presença costuma ser permeada de longas ausências. É preciso conquista-lo sempre!
Ele brinca como ninguém, é capaz de coisas que a mamãe jamais se arriscaria. É o primeiro grande herói dos filhos.
As broncas dele doem mais. São mais duras, mais certeiras, mais retas.
Com a sua participação, os filhos conseguem se separar da mãe com mais facilidade. Eles ajudam os pequenos a perceber que têm personalidade própria, e que não são uma extensão de suas progenitoras.
Mostram que homens de verdade choram, sofrem, se machucam, sentem dor.
Proferem os primeiros palavrões com os quais os rebentos têm contato.
Sua lógica costuma ser mais facilmente compreendida pelos filhos, já que sua maneira de raciocinar é mais simples e não tem tantas matizes quanto o pensamento feminino.
São as criaturas mais fortes, mais invencíveis, mais indestrutíveis e mais corajosas que um(a) garotinho(a) possa descrever!
São parceiros na responsabilidade pela vida que geramos.
Desvelam um mundo que nós, mulheres, por mais habilidosas e completas que sejamos, jamais conseguiríamos.

*Quando falo Pai, me refiro a figura que o represente nas diversas constituições familiares possíveis.


2 comentários:

Cris disse...

Oi Paula, pegou pesado na primeira frase...
Concordo e muito na importância da figura paterna.
E realmente, eles aprendem coisas que as mães não ensinariam .. ai temos que intervir algumas vezes...rsrs

Paula Bertoli disse...

Oi Cris, vc achou q peguei muito pesado? Acho q pai e mãe criam filhos mais equilibrados e felizes! E q o pai eh fundamental para ajudar mãe e filho a perceberem q não são a mesma pessoa! Beijo!